Basta ter fé, boa índole e disposição para dialogar, para compreender que é melhor servir ao Deus verdadeiro do que ao “deus” dinheiro. O “deus” dinheiro oferece prazeres que o tempo apaga. O Deus verdadeiro, ao contrário, concede alegrias que o tempo não apaga. É muito melhor estar em paz com o Criador e recorrer a Ele nos momentos de angústia do que viver distante da Sua presença.
Em toda comunidade há o dizimista que não vai à Igreja. Ele acredita estar em paz com Deus, mas evita ir à Sua casa. Quando isso acontece, lamentamos, pois esse irmão perde as mensagens que o Pai dirige a nós, Seus filhos, por meio da Igreja.
Aos agentes da Pastoral do Dízimo e ao pároco, lembramos da importância de um trabalho sério e contínuo. Pessoas que antes não eram dizimistas, nem frequentavam a Igreja, quando são acolhidas, mostram-se alegres e dispostas a mudar de vida. Foram tocadas e decidiram refletir sobre sua caminhada.
Muitos, porém, são apenas distraídos ou desatentos. É preciso que alguém os chame pelo nome, toque em seu ombro e os convide a pensar sobre a vida e a existência.
Raramente alguém que para e reflete continua negando o dízimo. Essa é a certeza que deve nos motivar a trabalhar com dedicação pela conscientização, para que todos se voltem a Deus e sejam fiéis dizimistas.
Muitos testemunham que esperavam uma oportunidade para se integrar à comunidade, pois não sabiam por onde começar. Diversas lideranças paroquiais deram seus primeiros passos na Igreja justamente como dizimistas, frutos de uma boa evangelização.
Há também quem não participe da Igreja nem contribua com o dízimo simplesmente porque nunca foi convidado. Quando percebem que também são importantes, como todos são, aproximam-se e passam a se integrar.
Era isso que esperavam: um convite sincero à reflexão e uma proposta concreta, prática e objetiva de participação e compromisso.