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Diocese realiza consulta on-line e inclui fiéis no processo de “escuta” para o Sínodo dos Bispos, que ocorrerá em Roma

Publicado em 30 de novembro de 2021 - 16:31:22

 

A fase diocesana do Sínodo dos Bispos, que foi aberta oficialmente na Diocese de Piracicaba em 17 de outubro de 2021, com a Santa Missa presidida pelo bispo Dom Devair Araújo da Fonseca, entrou em um novo momento com a divulgação, na quinta-feira (30), do subsídio e do questionário que irão orientar o processo de “escuta” do maior número possível de pessoas na região.

Nesta etapa da Igreja local do Sínodo, o objetivo é consultar todo o Povo de Deus residente nos 15 municípios da Diocese. Por isso, o subsídio e o questionário foram enviados pelo Secretariado Diocesano de Pastoral a todas as paróquias, grupos, pastorais, movimentos e entidades que irão responder a uma espécie de “pesquisa”, cujas respostas irão embasar o documento que a Diocese enviará à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que conduzirá a próxima fase do processo sinodal.

O Sínodo dos Bispos foi convocado pelo Papa Francisco e está previsto para ocorrer em 2023. As contribuições das comunidades locais serão organizadas em documento a ser enviado para as etapas seguintes do processo sinodal: a fase nacional, a continental e, por fim, a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, em outubro de 2023, em Roma.

Embora o subsídio e o questionário tenham sido enviados inicialmente para as paróquias e grupos ligados à Igreja, qualquer pessoa pode participar da fase de “escuta”, respondendo ao mesmo questionário de forma on-line, individualmente ou em grupo. Para responder às perguntas, basta acessar este link: https://forms.gle/avPg3wRZFeF9txVG8

ATENÇÃO: certifique-se de que chegou até o final do questionário e clique no botão “Enviar” para que as respostas sejam contabilizadas e recebidas pela equipe diocesana. O prazo limite para envio das respostas é 31 de maio de 2022.

Confira abaixo a íntegra do subsídio para orientar as respostas. O documento também pode ser baixado neste link: clique aqui.

 

 

SÍNODO DOS BISPOS 2021-2023

XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos
“Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”

Outubro de 2021 a Outubro de 2023

 

Em comunhão com a igreja no mundo inteiro, a Diocese de Piracicaba deu início à “fase diocesana” do Sínodo dos Bispos 2021-2023, com a solene celebração eucarística, realizada no último dia 17 de outubro, às 15h, na Sé Catedral Santo Antônio, em Piracicaba/SP. Nesse processo sinodal, para que todos possam ser bem envolvidos e participar adequadamente da fase da “escuta” do Povo de Deus, o Secretariado Diocesano de Pastoral apresenta a seguir uma síntese de alguns pontos importantes para auxiliar nos passos a serem dados.

 

1 – SÍNODO. O QUE É?

“Sínodo” é uma palavra antiga e venerável na Tradição da Igreja, cujo significado se inspira nos temas mais profundos da Revelação, pois indica “o caminho que o Povo de Deus percorre”; refere-se também ao Senhor Jesus, que se apresenta como o ‘Caminho, a Verdade e a Vida’ (Jo 14,6) e ao fato dos primeiros cristãos serem originalmente chamados de ‘Seguidores do Caminho’ (cf. At 9,2; 19,9.23; 22,4; 24,14.22). Por “sinodalidade” (caminhar juntos), a Igreja entende a qualificação de sua vida e missão, exprimindo a sua natureza de Povo de Deus que caminha junto e se reúne em assembleia, convocado pelo Senhor Jesus na força do Espírito Santo, para anunciar o Evangelho do Reino.

Na história da Igreja, os sínodos sempre marcaram a sua própria identidade eclesial, para que ela pudesse, de algum modo, enfrentar, corrigir ou solucionar os seus desafios. Foi o Papa São Paulo VI quem estabeleceu a instituição do “Sínodo dos Bispos” em 15 de setembro de 1965, em resposta ao desejo dos padres do Concílio Vaticano II de manter viva a experiência do Concílio; o documento com o qual o Sínodo foi criado é a Carta Apostólica Motu Proprio Apostolica Sollicitudo para a instituição do Sínodo dos Bispos para a Igreja Universal. Assim, o “Sínodo dos Bispos” tornou-se uma “instituição regular da vida da Igreja” depois do Concílio Vaticano II. É uma assembleia de representantes do episcopado católico que tem a tarefa de ajudar o Papa com seus conselhos no governo da Igreja universal. É o órgão competente na preparação e implementação das Assembleias do Sínodo, bem como em outros assuntos que o Romano Pontífice desejar submeter a eles para o bem da Igreja universal.

 

 

2 – O CONTEXO NO QUAL NOS É PROPOSTO O SÍNODO

a) A tragédia global da pandemia do Covid-19

  • Revela que não se caminha sozinho;

  • Revela disparidades e desigualdades já existentes;

  • Massificação e fragmentação (já reveladas na Laudato Sì e salientadas na Fratelli Tutti; esta última publicada durante a pandemia);

b) Desafios na vida da Igreja

  • Falta de fé e corrupção;

  • Sofrimento pelo abuso de menores e vulneráveis (perdão e conversão);

  • Clericalismo e exercício do poder;

c) Variedade de condições em que vivem as comunidades cristãs nas várias regiões do mundo

  - Igreja referência cultural / Igreja perseguida;

  - Católicos maioria / católicos minoria;

  - Secularismo;

  - Fundamentalismo religioso (que também gera perseguição religiosa);

  - Divisões internas;

         - Problemas étnicos / raciais...

 

3 – O QUE HÁ DE NOVIDADE NESTE SÍNODO?

Diferente dos Sínodos anteriores que buscavam meios para evangelizar e atuar em áreas específicas, este Sínodo quer resgatar em toda a Igreja um “modo operante” de ser, pois “a sinodalidade designa, antes de mais, o estilo peculiar que qualifica a vida e a missão da Igreja, exprimindo a sua natureza como Povo de Deus que caminha em conjunto e se reúne em assembleia, convocado pelo Senhor Jesus na força do Espírito Santo para anunciar o Evangelho. Ela deve exprimir-se no modo ordinário de viver e de agir da Igreja”.

“O atual Processo Sinodal que estamos a empreender é orientado por uma questão fundamental: Como é que este “caminhar juntos” tem lugar, hoje, a diferentes níveis (desde o local ao universal), permitindo que a Igreja anuncie o Evangelho? E quais os passos que o Espírito nos convida a dar para crescermos como Igreja sinodal?”.

“Escutar todo o Povo de Deus ajudará a Igreja a tomar decisões pastorais que correspondam o mais possível à vontade de Deus. A perspectiva última que orienta este caminho sinodal da Igreja é servir o diálogo de Deus com a humanidade e caminhar juntos pelo Reino de Deus (cf. LG 9; RM 20). No final, este Processo Sinodal procura avançar para uma Igreja que seja mais frutuosa ao serviço da vinda do Reino dos Céus”.

 

4 – PALAVRAS CHAVES DO SÍNODO

Comunhão: “A comunhão que partilhamos encontra as suas raízes mais profundas no amor e na unidade da Trindade”.

Participação: “Na Igreja sinodal, toda a comunidade, na livre e rica diversidade dos seus membros, é convocada para rezar, escutar, analisar, dialogar, discernir e aconselhar na hora de tomar as decisões pastorais mais de acordo com a vontade de Deus. É preciso esforçar-se genuinamente por assegurar a inclusão das pessoas marginalizadas ou que se sentem excluídas”.

Missão: “Este Processo Sinodal tem uma dimensão profundamente missionária. Destina-se a deixar que a Igreja testemunhe melhor o Evangelho, especialmente com aqueles que vivem nas periferias espirituais, sociais, económicas, políticas, geográficas e existenciais do nosso mundo”.

 

5 – QUEM É CONVIDADO A PARTICIPAR?

“As dioceses são chamadas a ter em conta que os principais sujeitos desta experiência sinodal são todos os batizados. É preciso ter especial cuidado para envolver as pessoas que possam correr o risco de serem excluídas: mulheres, deficientes, refugiados, migrantes, idosos, pessoas que vivem na pobreza, católicos que raramente ou nunca praticam a sua fé, etc. É necessário também encontrar meios criativos para envolver as crianças e os jovens. Se escutar todo o Povo de Deus é o método do Processo Sinodal e discernir é o objetivo, então o caminho é a participação de todos os batizados (Bispo, Padres, Diáconos, Religiosos e Religiosas, Consagrados e Consagradas, Fiéis Cristãos Leigos e Leigas).

 

6 – ATITUDES PARA SE ABRIR AO PROCESSO SINODAL

Em várias ocasiões, o Papa Francisco partilhou o modo como vê a prática da sinodalidade no concreto. As atitudes que se seguem são atitudes particulares que permitem uma escuta e um diálogo genuínos, na nossa participação no Processo Sinodal.

a) Ser sinodal requer tempo para a partilha: Somos convidados a falar com coragem e honestidade autênticas (parrésia) a fim de integrar a liberdade, a verdade e a caridade. Todos podem crescer em compreensão através do diálogo.

b) A humildade de escutar deve corresponder à coragem de falar: Todos têm o direito de ser ouvidos, tal como todos têm o direito de falar. O diálogo sinodal depende da coragem tanto para falar como para escutar. Não se trata de entrar em debate para convencer os outros. Trata-se, antes, de acolher o que os outros dizem como um modo através do qual o Espírito Santo pode falar para o bem de todos (1Cor 12,7).

         c) O diálogo conduz-nos à novidade: Temos de estar dispostos a mudar as nossas opiniões com base no que ouvimos dos outros.

d) Abertura à conversão e à mudança: Muitas vezes podemos oferecer resistência ao que o Espírito Santo está a tentar inspirar-nos a realizar. Somos chamados a abandonar atitudes de complacência e de conforto que nos levam a tomar decisões com base apenas na forma como se fazia no passado.

         e) Os Sínodos são um exercício eclesial de discernimento: O discernimento baseia-se na convicção de que Deus age no mundo e de que nós somos chamados a escutar o que o Espírito nos sugere.

         f) Somos sinais de uma Igreja que escuta e caminha: Ao escutar, a Igreja segue o exemplo do próprio Deus que escuta o grito do seu povo. O Processo Sinodal dá-nos a oportunidade de nos abrirmos à escuta de forma autêntica, sem recorrer a respostas prontas ou a julgamentos pré-formulados.

         g) Deixar para trás preconceitos e estereótipos: Podemos sentir o peso das nossas fraquezas e do nosso pecado. O primeiro passo para escutar é libertar a nossa mente e o nosso coração dos preconceitos e estereótipos que nos levam por caminhos errados, conduzindo-nos à ignorância e à divisão.

         h) Vencer o flagelo do clericalismo: A Igreja é o Corpo de Cristo, cheia de diferentes carismas, em que cada membro tem um papel único a desempenhar. Todos dependemos uns dos outros e todos temos a mesma dignidade no seio do Povo santo de Deus. À imagem de Cristo, o verdadeiro poder é o serviço. A sinodalidade exige que os pastores escutem atentamente o rebanho confiado aos seus cuidados, tal como requer que os leigos exprimam os seus pontos de vista com liberdade e honestidade. Todos se escutam uns aos outros por amor, num espírito de comunhão e da nossa missão comum. Desta forma, o poder do Espírito Santo manifesta-se de múltiplas maneiras em todo o Povo de Deus e através dele.

         i) Curar o vírus da autossuficiência: Estamos todos no mesmo barco. Juntos formamos o Corpo de Cristo. Pondo de lado a miragem da autossuficiência, podemos aprender uns com os outros, caminhar juntos e estar uns ao serviço dos outros. Podemos construir pontes mais que muros que por vezes ameaçam separar-nos: idade, sexo, riqueza, capacidade, educação, etc.

         j) Derrotar as ideologias: Devemos evitar o risco de dar mais importância às ideias do que à realidade da vida de fé que as pessoas vivem em concreto.

         k) Dar origem à esperança: Fazer o que está certo e é verdadeiro não tem por finalidade chamar a atenção ou fazer manchetes; o objetivo é ser fiel a Deus e servir o seu Povo. Somos chamados a ser faróis de esperança, não profetas da desgraça.

         l) Os Sínodos são um tempo para sonhar e “gastar tempo com o futuro”: Somos encorajados a criar um processo local que inspire as pessoas, sem excluir ninguém, a criar uma visão do futuro cheia da alegria do Evangelho.

 

As seguintes disposições ajudarão os participantes (cf. Christus Vivit):

ü Uma perspectiva inovadora: “Encontrar caminhos sempre novos com criatividade e audácia” (CV 203).

ü Ser inclusivo: “Uma Igreja participativa e corresponsável, capaz de valorizar a riqueza da variedade que a compõe” (CV 206), abraça todos aqueles que, muitas vezes, esquecemos ou ignoramos.

ü Uma mente aberta: Evitemos rótulos ideológicos e utilizemos todas as metodologias que tenham dado bons resultados (cf. CV 205).

ü Ouvir todos e cada um: “Aprendendo uns com os outros, poderemos refletir melhor esse poliedro maravilhoso que deve ser a Igreja de Jesus Cristo” (CV 207).

ü Uma compreensão de “caminhar juntos”: Percorrer o caminho que Deus chama a Igreja a fazer para o terceiro milênio.

ü Compreender o conceito de uma Igreja corresponsável: Valorizar e envolver o papel e vocação únicos de cada membro do Corpo de Cristo, em ordem à renovação e à edificação de toda a Igreja (cf. CV 206-207).

ü Aproximação através do diálogo ecumênico e inter-religioso: Sonhar juntos e caminhar uns com os outros através de toda a família humana (cf. CV 172; 235).

 

7– CRONOGRAMA DO SÍNODO

a)     Setembro de 2021: “Documento Preparatório” e “Vademecum”;

b)    09 e 10 de Outubro de 2021: Celebração de abertura pelo Papa Francisco, em Roma;

c)     17 de Outubro de 2021: Celebração de abertura nas dioceses;

d)    15 de Agosto de 2022: Síntese elaborada pelos Sínodos das Igrejas Orientais e pelas Conferências Episcopais;

e)     Setembro de 2022: “Instrumentum Laboris” 1;

f)      Antes de março de 2023: Reuniões pré-sinodais internacionais das Conferências Episcopais e organismos equivalentes;

g)    Março de 2023: sete documentos finais das Assembleias (Conferências Episcopais continentais e outros organismos ligados à Santa Sé);

h)    Abril a Setembro de 2023: “Instrumentum laboris” 2;

i)       Outubro de 2023: Sínodo dos bispos.

 

8 – FASE DIOCESANA

a) Outubro de 2021: elaboração do subsídio e questionário, que irão auxiliar nas respostas do Sínodo;

b) Novembro de 2021: entrega do material às paróquias, grupos, pastorais, movimentos e entidades que irão realizar a consulta do Sínodo;

c) Dezembro de 2021 a Maio de 2022: realização dos encontros, reuniões e assembleias (paroquias, regionais, grupos e entidades) para responder o questionário do Sínodo e enviá-lo à Diocese com os dados recolhidos;

d) 31 de Maio de 2022: prazo limite para as paróquias, regiões pastorais, grupos, pastorais, movimentos e entidades entregarem o questionário para a Diocese;

e) Junho de 2022: Equipe diocesana irá elaborar a síntese, com base em todo o material recebido e, se oportuno, realizará uma “Pré-Reunião Sinodal” como momento culminante da fase diocesana do Sínodo, com o objetivo de realizar a apresentação da Síntese;

f) 31 de Julho de 2022: data limite para o envio da síntese diocesana à CNBB.

 

9 – ORAÇÃO SINODAL:

Espírito Santo! Eis-nos aqui, diante de Vós, reunidos em vosso Nome. Nosso defensor, vinde, ficai conosco; tomai posse do nosso coração. Mostrai-nos o destino, caminhai conosco, conservando-nos em comunhão. Ai de nós, pecadores, se cairmos na confusão! Não o permitais. Iluminai a nossa ignorância, libertai-nos da parcialidade. Senhor que dais a vida, em Vós, a unidade, convosco, a verdade e a justiça; em marcha até à vida sem ocaso: nós vos suplicamos. Vós que soprais onde e como desejais, a todos dando a possibilidade de passar, com Jesus, ao Pai: nós vos adoramos, agora e sempre. Amém.

 

10 – LOGOMARCA OFICIAL:

Uma grande árvore majestosa, cheia de sabedoria e luz, atinge o céu. Sinal de profunda vitalidade e esperança, exprime a cruz de Cristo. Traz a Eucaristia, que brilha como o sol. Os ramos horizontais se abrem como mãos ou asas e sugerem, ao mesmo tempo, o Espírito Santo.

O povo de Deus não é estático: está em movimento, em referência direta à etimologia da palavra sínodo, que significa “caminhar junto”. As pessoas estão unidas pela mesma dinâmica e respiram da Árvore da Vida, a partir da qual iniciam sua jornada. Essas 15 silhuetas resumem toda a nossa humanidade em sua diversidade de situações de vida, gerações e origens. Este aspecto é reforçado pela multiplicidade de cores vivas que são, elas próprias, sinais de alegria. Não há hierarquia entre essas pessoas que estão todas no mesmo nível: jovens, velhos, homens, mulheres, adolescentes, crianças, leigos, religiosos, pais, casais, solteiros, deficientes; o bispo e a freira não estão a frente deles, mas entre eles. Muito naturalmente, as crianças e depois os adolescentes abrem o caminho, referindo-se as palavras de Jesus no Evangelho: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e revelastes aos pequeninos” (Mt 11,25).

A linha de base horizontal: “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão” vai da esquerda para a direita no sentido de uma marcha, sublinhando e reforçando-a, terminando com o título “Sínodo 2021-2023”: o ponto culminante que resume tudo.

Fonte: https://www.cnbb.org.br/conheca-os-significados-da-logomarca-do-sinodo-2023-lancada-pelo-vaticano (acesso: 21.10.2021)

 

11 – BIBLIOGRAFIAS SOBRE A SINODALIDADE

COMISSÃO TEOLÓGICA INTERNACIONAL, A Sinodalidade na vida e na missão da Igreja, 02 de março de 2018, in:

https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/cti_documents/rc_cti_20180302_sinodalita_po.html

 

         PAPA FRANCISCO, Constituição Apostólica «Episcopalis Communio», 15 de setembro de 2018, in:

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_constitutions/documents/papa-francesco_costituzione-ap_20180915_episcopalis-communio.html

 

         PAPA FRANCISCO, Discurso do Papa Francisco na Comemoração do Cinquentenário da Instituição do Sínodo dos Bispos, 17 de outubro de 2015, in:

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2015/october/documents/papa-francesco_20151017_50-anniversario-sinodo.html

 

            PAPA FRANCISCO, Discurso do Papa Francisco no momento de reflexão para o início do percurso sinodal, Sala Nova do Sínodo (Vaticano), 09 de outubro de 2021, in:

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2021/october/documents/20211009-apertura-camminosinodale.html

 

            PAPA FRANCISCO, Homilia na Celebração Eucarística para a abertura do Sínodo sobre Sinodalidade, Basílica de São Pedro (Vaticano), 10 de outubro de 2021, in:

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/homilies/2021/documents/20211010-omelia-sinodo-vescovi.html

 

            SÍNODO DOS BISPOS, Por uma Igreja Sinodal: comunhão, participação e missão, Documento Preparatório, 07 de setembro de 2019, in:

https://www.synod.va/content/dam/synod/document/common/preparatory-document/word_pdf/DOCUMENTO-PREPARATORIO-PORTOGHESE.pdf

 

         SÍNODO DOS BISPOS, Vademecum para o Sínodo sobre a Sinodalidade, Manual Oficial de Auscultação e Discernimento nas Igrejas Locais – Primeira Fase [Outubro 2021 – Abril 2022] nas Dioceses e Conferências Episcopais antes da Assembleia dos Bispos em Sínodo em Outubro de 2023, 07 de setembro de 2019, in:

https://www.synod.va/content/dam/synod/document/common/vademecum/Vademecum-PT-FULL.pdf

 

 

 

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Piracicaba, 19/11/2021

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